terça-feira, 16 de agosto de 2011

Tapiraí - Cidade da Educação.

Ontem, 15/08/2011, eu e minha esposa Adriana fomos participar da palestra do Dr. Içami Tiba dirigida aos pais como parte do Projeto Tapiraí - Cidade da Educação.
Valeu a pena.
Todos fomos desafiados a dar um passo à frente.
A administração municipal atual, através da Divisão de Educação, já deu um passo à frente abraçando e apoiando tão importante projeto que nasceu no coração do Dr. Içami Tiba.
Pelo que se viu ontem, os futuros administradores da cidade também estão querendo dar um passo à frente apoiando a idéia desde já.
Que todos possam continuar dando um passo à frente através da leitura dos livros do Dr. Içami Tiba e das visitas ao site www.tiba.com.br
Avante, Tapiraí!
Agora, destacando um acontecimento mais pessoal, fiquei muito feliz também em encontrar meu amigo do Orkut, Sérgio Ricardo Cavalcante Roque, aniversariante do dia, e cumprimentá-lo pessoalmente, o que já havia feito através da internet.
Parabéns, Sérgio!
Abraços a todos!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.

sábado, 13 de agosto de 2011

MEU PRIMEIRO DIA EM SÃO PAULO

Nasci no município de Jequié, Bahia, no dia 25 de abril de 1943. Meu sonho desde criança era vir para São Paulo. Com sete anos de idade fui levado por meu pai juntamente com minha madrasta e meus irmãos para as matas da região do Contestado, onde hoje é o norte do Espírito Santo. Com 16 anos de idade vim para São Paulo sozinho. A viagem foi emocionante, uma mistura de curiosidade e medo.
Meu primeiro dia em São Paulo foi 21 de julho de 1959. Desembarquei do trem na Estação do Norte, no Brás, e fui para a casa do senhor Manoel Alves Aranha, irmão de Zózimo Alves Aranha, que morava no mesmo endereço, Rua Izanga, 19, Freguesia do Ó. Fui para lá porque o Zózimo, a quem conheci em Itamira, ES, tinha me dado o endereço. Louvo a Deus por ter me levado até aquela casa onde dormi minha primeira noite em São Paulo. Mas não me esqueço de uma frase, nada animadora, dita pelo dono da casa:  "Meu filho, São Paulo é terra onde filho chora e pai não vê."

No dia seguinte, fui para a casa de um tio que eu não conhecia. No dia 1º de agosto, dez dias depois de chegar em São Paulo, comecei a trabalhar como office-boy numa multinacional alemã.

Daí para frente, foi só trabalho e estudo. Muitas coisas aconteceram em minha vida. Morei em muitos lugares. Conheci muita gente. Tive alegrias e tristezas. Fui para outros lugares e voltei para São Paulo duas vezes.
Tive oportunidade de concluir quatro cursos superiores, Teologia, Filosofia, Pedagogia e Direito. Casei, gerei filhos, e já tenho oito netos.

Hoje, 52 anos depois do meu primeiro dia em São Paulo, aos 68 anos de idade, aposentado, continuo atuando como Pastor Batista, e disponível para fazer aquilo que Deus permitir.

Louvado seja Deus por tudo!

Obrigado, São Paulo!

Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.

www.dridribrasil.blogspot.com.br

quinta-feira, 9 de junho de 2011

CONTA A BÊNÇÃO, IRMÃO!

Deixa de murmuração, conta a bênção, irmão!
Deixa de falar mal da denominação, conta a bênção, irmão!
Deixa de criticar a liderança, conta a bênção, irmão!
Deixa de postar notícia ruim, conta a bênção, irmão!
Deixa de falar mal dos pastores, conta a bênção, irmão!
Deixa de falar mal das pastoras, conta a bênção, irmão!
Deixa de falar mal do governo, conta a bênção, irmão!
Deixa de reclamar das grandes igrejas, conta a bênção, irmão!
Deixa de criticar os pastores que ganham bem, conta a bênção, irmão!
Deixa de colocar a culpa nos outros pela tua situação, conta bênção, irmão!
Não fale mal desta mensagem, conta a bênção, irmão!
E para terminar, um beijo no teu coração!
Pr. Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Meu Amor por Cachoeira do Mato, Bahia.

 
Eu tinha muita vontade de conhecer Cachoeira do Mato. Eu era criança e já ouvia falar em Cachoeira do Mato. Meus parentes saíam da região de Jequié e iam para Cachoeira do Mato em busca de terras férteis. Tinham que passar por Nanuque, Minas Gerais, por isso, alguns desviaram da rota, ao invés de irem para Cachoeira do Mato, Bahia, entravam para as matas da região do contestado, onde hoje é o norte do Espírito Santo, Montanha, Mucurici, Ponto Belo, Ecoporanga, etc. Mas muitos foram para Cachoeira do Mato mesmo. Assim, a família ficou divida, parte na região de Jequié, parte na região de Cachoeira do Mato, e parte no norte do Espírito Santo. Eu fiquei com a parte que foi para o Espírito Santo. Mas nos últimos anos Deus tem me concedido a graça de reencontrar meus parentes que vivem em Teixeira de Freitas, Medeiros Neto e Massaranduba. Em janeiro de 2008, estive nesses lugares, juntamente com meu irmão Hélio, mas não tive o privilégio de ir a Cachoeira do Mato, onde tenho parentes também, primos da segunda geração da família Elias, Luz e Pereira. Em Massaranduba, visitei meus primos Ricardo Elias, Nelson e Eduvirgens e seus familiares. Em Medeiros Neto, visitei minhas tias Maria e Joana, e muitos primos. Em Teixeira de Freitas, visitei minha prima Osvaldina e seus familiares, e também meu primo Antonio Manoel Pereira e sua família. E fui muito bem hospedado por minha prima Magnólia.

Mas em agosto de 2010 realizei o meu sonho de conhecer Cachoeira do Mato. Eu e minha esposa Adriana fizemos uma bela viagem para visitar nossos parentes em Minas Gerais, Bahia e Espírito Santo. Passamos por Belo Horizonte, Teixeira de Freitas, Medeiros Neto, Cachoeira do Mato, Montanha, Mucurici, Ponto Belo, Itamira e Nova Venécia.

Tenho grande apego à memória dos meus antepassados, aos meus avós e bisavós que nasceram e morreram na Bahia, brasileiros de verdade, filhos da terra, filhos do Brasil. Tenho profundo amor à minha terra natal, meu povo, minha cultura sertaneja, caatingueira.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.
 
 






 

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Igreja e Estado

Como cristãos, devemos orar sempre para que o Evangelho seja pregado no poder do Espírito Santo para que as pessoas se convertam e sejam transformadas.
A ética bíblica é para os crentes.
Deixa o mundo seguir o seu caminho.
Nós continuamos pregando o ideal, mas as autoridades civis precisam agir em cima do real, em cima da realidade.
Nós ensinamos que Jesus cura, mas se há pessoas enfermas as autoridades precisam tomar as providências.
Nós ensinamos de acordo com a Bíblia que o casamento deve ser entre pessoas de sexo oposto.
Mas se há pessoas do mesmo sexo convivendo como marido e mulher, as autoridades precisam tomar as providências.
Temos que entender isso, a Igreja trabalha com o ideal, o Estado trabalha com o real.
A Igreja apresenta o amor de Cristo aos pecadores para que eles se arrependam e sejam salvos.
O Estado define o que é crime e o que não é, e julga de acordo com as leis, condenando ou absolvendo.
O mundo jaz no maligno, preguemos o Evangelho e aguardemos a volta de Cristo.
Que o Estado prossiga cumprindo o seu papel, e que a Igreja prossiga cumprindo o seu.
Fraterno abraço!
Pr. Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Professor José Pereira Lins

O Professor José Pereira Lins faleceu dia 2 de maio de 2011 em Dourados, MS, onde residia. Era uma das mais importantes figuras dos Batistas do Mato Grosso do Sul, um diácono que era membro honorário da OPBB/MS.
Marcava sua presença em todos os Retiros dos Pastores no Acampamento Batista de Piraputanga, geralmente como preletor.
Ele era membro fundador da PIB de Dourados, MS.
Membro da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras e da Academia Evangélica de Letras do Brasil.
A Biblioteca do Seminário e Faculdade Teológica Batista Ana Wollerman em Dourados leva o seu nome, Biblioteca Professor José Pereira Lins.
Morreu no ano do Centenário dos Batistas do Mato Grosso do Sul, de cuja história ele fez parte por mais de 50 anos.
Que Deus conforte sua esposa, a irmã Isabel, filhos e netos!
Que Deus conforte o povo batista do Mato Grosso do Sul!
Fraterno abraço a todos!
Pr. Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.


Fé e Finanças no Reino de Deus



Estou lendo o livro Fé e Finanças no Reino de Deus, de Loren Cunninghan, fundador da JOCUM - Jovens com uma missão.
No capitulo que tem como título: Quando as coisas não saem como esperamos, ele sugere 17 perguntas.
Ou seja, quando nossa vida financeira não está do jeito que nós gostaríamos que estivesse, devemos fazer as seguintes perguntas:
1. Estamos amando mais o dinheiro do que a Deus?
2. Estamos de fato realizando a vontade de Deus?
3. Temos alguma dívida?
4. Temos dado o dízimo?
5. Temos sido generosos?
6. Temos demonstrado gratidão a Deus por sua provisão?
7. Temos sido fiel no pouco?
8. Deixamos de obedecer a alguma ordem de Deus?
9. Já Pedimos a Deus para suprir nossas necessidades?
10. Em que estamos mais interessados: receber logo o suprimento de nossas necessidades ou aprender o que Deus tem a ensinar-nos?
11. Há "pecado no arraial"?
12. Não estaríamos colhendo os frutos de pecados do passado ou de decisões erradas que tomamos anteriormente?
13. Temos trabalhado diligentemente?
14. Não estaríamos usurpando a glória de Deus?
15. Estaremos alimentando um espírito de independência e orgulho?
16. Não estaríamos esperando mais das pessoas do que de Deus?
17. Será que o nosso problema é o medo do futuro?
Que as perguntas acima sirvam para nossa meditação.
Pr. Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.